Pense nos hotéis onde ficou no último ano. Quantos estavam tão limpos e bem cuidados que lhes perdoou pequenas imperfeições?
E quantos tinham carpetes gastas, tinta a descascar, torneiras a pingar, comandos avariados, climatização envelhecida ou toalhas manchadas?
Há dois tipos de proprietários. O primeiro compreende que um ótimo serviço não chega se o espaço físico estiver degradado. Investe em manutenção preventiva, substitui equipamentos e protege a experiência do hóspede. Como resultado, consegue preços melhores, mais hóspedes habituais e uma reputação mais forte.
O segundo faz uma renovação e depois tenta extrair rendimentos enquanto o edifício se deteriora lentamente. Os hóspedes reparam. As avaliações pioram. Os preços descem. Os custos sobem. As reservas de grupos desaparecem.
A manutenção não é apenas uma despesa. É uma estratégia competitiva.
Num mercado exigente, sobretudo com avaliações online e plataformas de reservas, um hotel bem cuidado consegue competir e protege a tarifa média diária, a ocupação e os resultados.
Pergunte-se: alugaria um carro gasto e a fazer ruídos por todo o lado? Então porque espera que os hóspedes durmam num equivalente?