Ao longo da carreira, conheci dois tipos de diretores-gerais.
O primeiro é o ditador. Convoca reuniões para anunciar decisões. Ele fala. Os outros ouvem. A criatividade cala-se e o diálogo morre. Se esse é o seu estilo, cancele a reunião. Está a desperdiçar o tempo de todos.
O segundo é o líder democrático. Este diretor compreende uma coisa simples: ninguém gere um hotel sozinho.
Uma boa reunião não é um monólogo. É um momento para alinhar a equipa.
Os responsáveis dos departamentos partilham o que aconteceu na semana anterior e o que se aproxima. A área financeira apresenta os resultados. As operações expõem os desafios. O feedback dos hóspedes é discutido abertamente. E, acima de tudo, reconhece-se o trabalho bem feito.
Uma reunião custa tempo e dinheiro. Deve criar clareza, cooperação e confiança. Nunca a use para castigar. Use-a para unir.
Quando a informação circula bem, o hotel funciona bem — mesmo quando não está presente.