Se está constantemente a despedir colaboradores, o recrutamento ou a cultura do hotel precisam de atenção. Mas o problema maior não é quem despede. É quem decide sair.
O seu hotel está a tornar-se uma porta giratória?
Muitos orçamentos escondem a rotatividade numa linha de recursos humanos. Porém, o custo real de perder e substituir um colaborador pode ultrapassar os 5 000 dólares. Num hotel maior, isso pode representar dezenas ou centenas de milhares por ano.
E não é só dinheiro. Perdem-se produtividade e motivação. Há tempo de formação, serviço inconsistente, rumores e perturbações.
Sim, muitos profissionais mudam de emprego mais facilmente. Alguns atravessam a rua por um pequeno aumento. Igualar todas as propostas apenas faz subir os salários sem resolver o problema.
O que fazer? Comece com um inquérito anual de satisfação dos colaboradores. As respostas são valiosas: revelam fragilidades culturais, pontos cegos da liderança e dificuldades dos departamentos.
Depois, faça entrevistas de saída com significado. Mostre que se importa e descubra porque saem. O salário conta, mas a cultura continua a pesar nas decisões.
Reduza a rotatividade, proteja os padrões de serviço e protegerá os resultados do hotel.